Fomos recepcionados pelo Profº André, que logo nos encaminhou para o
auditório do Colégio Estadual José Bonifácio, e tivemos o auxílio de um
técnico que a escola disponibiliza para inserções audio-visuais nas
didáticas dos professores. Com os equipamentos ligados, data-show,
notebook, e uma seleção de vídeos, aguardamos os alunos que aos poucos
foram chegando. Nossa expectativa era grande e tivemos que aguardar uns
15 minutos para começar a sessão de vídeos programada, enquanto eles se
acomodavam começamos a discorrer um pouco acerca daquela noite, deixamos
algumas dúvidas no ar, para que eles se indagassem e ficassem curiosos.
A aula transcorreu em harmonia, sintonia e entusiasmo com os videos que
foram-lhes apresentado. Se viram realizando novas situações, questões
que pensavam, tiveram a oportunidade de assimilar e refletir,
intimamente, descobriram possibilidades que jamais imaginaram ser
possíveis...
Dado momento fomos questionados da possibilidade de estarmos demostrando
o que entendemos do que é fazer dança, numa pequena apresentação,
juntos ou não. Em resposta, mostramos que as técnicas de dança são
realizadas em outros espaços específico, como as academias, que estamos
ali para desenvolver um trabalho que os possibilite entender a dança, o
movimento, nos perceber nestes movimentos, e que conforme fosse
estudaríamos a oportunidade de estar mostrando o que percebemos como
dança, como a compreendemos dentro dos nossos próprios movimentos.
Começamos nosso diálogo em prol da expectativa da turma, queríamos deixa-los a vontade e ao mesmo entusiasmados a participarem da aula prática.
Ficando decidido uma pequena amostra interligada aos vídeos da aula passada, para instiga-los, escolhemos o figurino a música e ensaiamos. Juntamos a vontade o nosso corpo e suas limitações com o que estamos adquirindo dentro e fora do PIBID, para então desenvolver a atividade.
Porém a surpresa, o anfiteatro estava desativado, motivo reforma, nos entreolhamos, e decidimos que aconteceria o que pode ser chamado de plano "B", ou outra carta na manga, como havíamos nos precavido caso algo não decorresse como imaginávamos estaríamos realizando outras atividades.
Os alunos foram chegando, e quase que de imediato, nos questionavam, sobre o que estariam realizando, alguns queixosos do cansaço do dia de trabalho. Mas enfim professores e alunos estavam ali com um propósito, dar e receber.
Transcorreu a conversa sobre o que estaríamos realizando juntos, foi-se estreitando laços até que começarmos as práticas.
O entrosamento do grupo fez com que as linhas do cansaço desaparece-se como num toque de mágica. A participação foi geral.
Descontração, alegria, energia boa não faltaram mais uma vez. A turma é muito boa...e como todos os alunos independente de idade ou série estão carentes de aulas extra classe e práticas, claro que embasadas, fundamentadas.
Deixo aqui o retrato de mais uma aula que tivemos a felicidade em realizar e obter resultados positivos...
Ficando decidido uma pequena amostra interligada aos vídeos da aula passada, para instiga-los, escolhemos o figurino a música e ensaiamos. Juntamos a vontade o nosso corpo e suas limitações com o que estamos adquirindo dentro e fora do PIBID, para então desenvolver a atividade.
Porém a surpresa, o anfiteatro estava desativado, motivo reforma, nos entreolhamos, e decidimos que aconteceria o que pode ser chamado de plano "B", ou outra carta na manga, como havíamos nos precavido caso algo não decorresse como imaginávamos estaríamos realizando outras atividades.
Os alunos foram chegando, e quase que de imediato, nos questionavam, sobre o que estariam realizando, alguns queixosos do cansaço do dia de trabalho. Mas enfim professores e alunos estavam ali com um propósito, dar e receber.
Transcorreu a conversa sobre o que estaríamos realizando juntos, foi-se estreitando laços até que começarmos as práticas.
O entrosamento do grupo fez com que as linhas do cansaço desaparece-se como num toque de mágica. A participação foi geral.
Descontração, alegria, energia boa não faltaram mais uma vez. A turma é muito boa...e como todos os alunos independente de idade ou série estão carentes de aulas extra classe e práticas, claro que embasadas, fundamentadas.
Deixo aqui o retrato de mais uma aula que tivemos a felicidade em realizar e obter resultados positivos...
"Estamos felizes pelo entrosamento e cooperação do grupo, pois as atividades tem sido no coletivo. A dinâmica tem sido envolvente, houve a apreciação do espaço num todo, depois delimitando na necessidade da atividade, pertencimento do mesmo, movimentos gestuais em sequência rítmica da música. Tem sido uma experiência maravilhosa, estamos felizes por fazermos parte desta."
Nossas aulas sempre começaram com
diálogos até mesmo para saber do interesse da turma no momento. Pois são alunos
do noturno e estão no primeiro ano do ensino médio muitos vem direto do
trabalho a principio ouvíamos queixas do quanto trabalharam e estavam cansados.
Neste momento nos mostrávamos que estávamos ali com um diferencial, proporciona
momentos (atividades) que oportuniza-se certa descontração , que gostaríamos da
participação de todos, embora não estávamos obrigando ninguém.
Nas nossas rodas de conversas, observamos o interesse que eles tinham em fazer determinados movimentos e o gosto por diversos estilos de dança e musica. Dos relatos de apresentações que fizeram ou que assistiram , em diferentes espaços , em firmas, grupos de dança, como o caso do hip hop da noviça, dos shows que davam em festa por pura diversão e até mesmo das series iniciais das festividades das escolas.
Houve momentos em que realizamos as práticas, ou movimentos corporais, conhecendo seu corpo seu peso, percussão corporal, coreografias com movimentos quebrados e fluidos, com música ou sem música. Com espaço apropriado ou não , realizamos nossas atividades, também porque não dizer de forma lúdica, com bexigas várias, em pares e em grupo reconhecendo , reconhecendo no outro os movimentos e as limitações, as possíveis variações e velocidade aceleração e desaceleração.
Conversas sobre as aptidões do grupo, como esta recebendo a prática do que tinham vontade de realizar e como.
Queriam experimentar uma coreografia ao som de uma mistura de ritmos e movimentos de capoeira e hip hop, no qual no dia foi realizado uma experimentação .
Em outro momento qual era a expectativa deles quanto aluno, o que esperavam de si, e o que esperavam do mundo, e o porque de estarem ali. As respostas variaram e houve os que não souberam responder. Saiu desde de matemático, para somar, simplificar a matemática melhores condições no emprego e aumento d salário , fazendo diferença partindo dele, ou até mesmo não sei ainda.
Reconhecimento do grupo dinâmicas que favoreciam em reconhecer aproximar-se e o que nos chamou atenção brincavam, conversavam e não sabiam o nome dos colegas .
Assim como qualquer outro ambiente escolar encontrávamos resistências por alguns, dispersão por outros e os interessados. Alguns entravam mudo e saiam calados, outros queriam brincar chamando atenção do grupo e os que queriam realmente fazer, embora na hora da roda de conversa todos participavam na pratica tivemos boms resultados independente dos que observavam independente do que observavam , ficavam atento as aulas a desculpa recorrente era o cansaço e até mesmo timidez, mas não saiam da sala nas carteiras sentados ou em pé, timidamente realizamos de improviso estimulados pelas musicas.
O repertorio era vasto, embora tenhamos trabalho sem musica, sempre deixamos claro que o nosso objetivo de estar ali era um e que ele só aconteceria se tivesse interesse por parte deles é que aconteceria...
Nas nossas rodas de conversas, observamos o interesse que eles tinham em fazer determinados movimentos e o gosto por diversos estilos de dança e musica. Dos relatos de apresentações que fizeram ou que assistiram , em diferentes espaços , em firmas, grupos de dança, como o caso do hip hop da noviça, dos shows que davam em festa por pura diversão e até mesmo das series iniciais das festividades das escolas.
Houve momentos em que realizamos as práticas, ou movimentos corporais, conhecendo seu corpo seu peso, percussão corporal, coreografias com movimentos quebrados e fluidos, com música ou sem música. Com espaço apropriado ou não , realizamos nossas atividades, também porque não dizer de forma lúdica, com bexigas várias, em pares e em grupo reconhecendo , reconhecendo no outro os movimentos e as limitações, as possíveis variações e velocidade aceleração e desaceleração.
Conversas sobre as aptidões do grupo, como esta recebendo a prática do que tinham vontade de realizar e como.
Queriam experimentar uma coreografia ao som de uma mistura de ritmos e movimentos de capoeira e hip hop, no qual no dia foi realizado uma experimentação .
Em outro momento qual era a expectativa deles quanto aluno, o que esperavam de si, e o que esperavam do mundo, e o porque de estarem ali. As respostas variaram e houve os que não souberam responder. Saiu desde de matemático, para somar, simplificar a matemática melhores condições no emprego e aumento d salário , fazendo diferença partindo dele, ou até mesmo não sei ainda.
Reconhecimento do grupo dinâmicas que favoreciam em reconhecer aproximar-se e o que nos chamou atenção brincavam, conversavam e não sabiam o nome dos colegas .
Assim como qualquer outro ambiente escolar encontrávamos resistências por alguns, dispersão por outros e os interessados. Alguns entravam mudo e saiam calados, outros queriam brincar chamando atenção do grupo e os que queriam realmente fazer, embora na hora da roda de conversa todos participavam na pratica tivemos boms resultados independente dos que observavam independente do que observavam , ficavam atento as aulas a desculpa recorrente era o cansaço e até mesmo timidez, mas não saiam da sala nas carteiras sentados ou em pé, timidamente realizamos de improviso estimulados pelas musicas.
O repertorio era vasto, embora tenhamos trabalho sem musica, sempre deixamos claro que o nosso objetivo de estar ali era um e que ele só aconteceria se tivesse interesse por parte deles é que aconteceria...























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