Vivemos
em uma sociedade em constantes evoluções e transformações, e a escola tem uma
função social. A arte acompanha essas evoluções e sendo uma área de
conhecimento no espaço escolar, entende-se que está ligada diretamente com as
expressões humanas e as transformações
que por ela perpassam. A arte como sendo produção e expressão humana também tem
sua função social. Neste sentido o trabalho desenvolvido na escola tem sua
importância social e não pode esta ser desconexa da escola, onde é um espaço de
possibilidades.
O
objetivo do trabalho, é na observação à reação dos alunos ao viverem uma dança
que não trabalha com música e sim estritamente com a expressão corporal para a
compreensão da estrutura e do funcionamento e a investigação do movimento
humano. Também para uma exposição no Seminário Dançante.
Objetivos específicos
*
Observar as qualidades individuais de movimento
observando e respeitando o desenvolvimento motriz de cada um, nas diversidades
e limites corporais;
*
Desenvolver a expressão na dança;
*
Reconhecer dos apoios do corpo explorando-os
nos planos (os próximos ao piso até a posição em pé).
A
metodologia para este trabalho, será estritamente corporal, o uso do corpo, para
trabalhar apego, rejeição e dependência. O trabalho será baseado nas técnicas
do grupo Cena 11.
Contextualizar
no primeiro momento, num círculo de conversa e dinâmica na preparação para o
encaminhamento metodológico, após, a fruição, com a apresentação de vídeo do
grupo Cena 11.
No
segundo momento a experimentação, com práticas de técnicas que envolvam o
corpo, numa dinâmica baseada nas técnicas do grupo Cena 11.
CRONOGRAMA
O
trabalho será desenvolvido em três etapas, nos dias 29/10, 28/11, 03/12. No
Colégio Estadual Alberto Gomes Veiga, para os alunos do 1º ano do Ensino Médio
(faixa etária, entre 14 e 16 anos)
CONSIDERAÇÕES FINAIS (RELATO
DE EXPERIÊNCIA)
No primeiro momento os alunos foram receptivos
com a dinâmica, que, trabalhou a apresentação e o conhecimento corporal.
Na segunda parte do trabalho, foram mostrados
alguns vídeos. O primeiro, um vídeo de dança contemporânea, apenas para despertar o interesse dos alunos,
no qual se mostraram receptivos. O segundo vídeo, foi uma parte do espetáculo,
“Violência”, do Grupo Cena 11. A princípio ficaram surpresos, e incomodados,
relatando que as cenas eram fortes. Após esclarecer os aspectos do espetáculo,
houve uma mudança no olhar dos alunos sobre o espetáculo. Começaram a prestar
mais a atenção nas técnicas e nos movimentos corporais do que na sua produção.
No terceiro vídeo foi apresentada a parte de
uma oficina ministrada em Florianópolis, por integrantes do Grupo Cena 11. No
qual a ideia principal era trabalhar queda e recuperação em cima lançamos a
proposta de nos aproximarmos dos
conceitos de apego, dependência e desapego. Os alunos aceitaram a proposta com
entusiasmo.
Os trabalhos ocorreram de maneira tranquila,
com a participação da maioria dos alunos
e os que não participaram efetivamente, assistiram com entusiasmo e
curiosidade. Os trabalhos se deram com total aprovação da professora, que
demonstrou interesse, para a nossa surpresa, pois sua formação é em Artes
Visuais.
A maior dificuldade foi o tempo, e percebemos
que o trabalho poderia ser estendido para mais aulas, apesar de termos
conseguido planejar as aulas nos moldes Ana Mae (contextualização, fruição e
produção).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ABRÃO, Elisa. As relações entre dança e tecnologia: a dança híbrida do Cena 11. Revista
pensar a prática. UFG. V. 10 nº 2, 2007. Disponível em; www.revistas.ufg.br Acesso em 11/11/2013.
BARBOSA, Ana Mae. Arte/educação contemporânea: consonâncias
internacionais. Editora Cortez, 2006
NADAI, Carolina Camargo de.
Dança Design. O Mosaico – ver. Pesquisa em Artes/ FAP, Curitiba, n. 2, p. 1 –
14, jul./dez. 2009.
Parâmetros Curriculares Nacionais
Artes – Ensino médio . www.portal.mec.gov.br
. Acesso em 11/11/2013.











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